quinta-feira, 28 de maio de 2009

Beijos Roubados, by François Truffaut

Ela tem um adorável nariz arrebitado.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Procissão, por João Villaret

Enquanto tinha o andor apoiado no ombro, vi uma moeda no chão, e não me conseguia baixar para apanhá-la. No fim de tudo, quando a ia buscar, vi uma mãe a apanhar a moeda e a mostrar à filha, com um ar de felicidade. Há qualquer coisa nestas duas cenas. Parece o primeiro ano da faculdade. Um peso enorme aos ombros, tentar alcançar o nosso objectivo, e no fim, para além de não conseguirmos, ainda somos ultrapassados, por alguém que não carregava o mesmo peso que nós. A vida também é assim um bocadinho não é?

segunda-feira, 11 de maio de 2009

L.A.Woman, by The Doors

A minha harmónica vai-se fazer ouvir cá em casa..

Deixem entrar o que de lá vai sair...


'Mr Mojo risin'

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Lover you should've come over, by Jeff Buckley

Há musicas que pomos a dar e nao apetece mudar. Pomos a repetir e estamos sempre a ouvi-la...quando eu ouvi Jeff Buckley pela primeira vez, esta foi uma das primeiras. Na altura, estava sempre a ouvi-la. Hoje, quando voltei a po-la a tocar, deixa-a a repetir, porque é assim que gosto dela.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Exercícios Espirituais, por St Inácio de Loyola




Em ti, até amo a própria fraqueza.


"Apaixona-te! Permanece no Amor! E tudo será diferente."
Pedro Arrupe,sj

Clair de Lune, by Claude Debussy


Ela tem três estrelas e ele tem o 'clair de lune'.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Não há descanso no sistema da Babilónia, by Tiago Guillul


Estava uma bela manhã de Inverno, o Sol aquecia-nos a alma, não corria vento e a criança brincava cá fora com a bola. Nem é que gostasse muito de jogar à bola, mas entretinha-o naquela manhã de Inverno. Também passavam carros, não muito longe de onde ele estava a brincar. E pessoas, mas elas nao lhe ligavam muito, quanto mais diziam um 'olá', ou então um 'estás bom?'. É então, que num acto de coragem, tendo como referência aquele golo fantástico que viu no último jogo, remata a bola com força. Vê a bola a subir, a cair e a lentamente ir em direcção à estrada. Quando se encontra mesmo no meio, um camião carregado de fruta, passa por cima da bola, e arrebenta-a. O menino, deixa passar o camião e calmamente, vai apanhar a bola arrebentada que esta no meio da estrada. Não chora, não faz grandes dramas, porque no fundo ainda a tem. Fica é triste, porque nao vai jogar mais com aquela. Mete-a debaixo do braço e vai para casa. Ao menos tem o Sol para lhe aquecer a alma...


'Tenta dormir, tenta dormir...'